Existem hoje muitas oportunidades geradas pelo franchising para o micro e pequeno empreendedor. Como se fala muito no mercado: existem franquias para todos os bolsos.
As microfranquias, como o próprio nome já diz, são pequenos negócios, com faturamento e resultado proporcionais à sua capacidade de atendimento e vendas e à sua estrutura de custos.
As microfranquias evoluíram muito no Brasil, país com um alto índice de empreendedorismo iniciante. Muitos empresários identificaram aqui uma oportunidade para organizar alguns setores de serviços, pequenos negócios de alimentação e ainda outros segmentos, como beleza e pet. Com isso, foram formatados modelos possíveis de serem replicados para empreendedores, ávidos por montarem o seu negócio próprio.
Sabemos que a taxa de mortalidade dos negócios no Brasil é alta. Pesquisas revelam que 80% dos pequenos negócios independentes desaparecem antes de completarem 10 anos. Com o franchising, muitos desses empreendedores optaram por entrar em um negócio formatado, com padrões, regras e com suporte de uma empresa franqueadora, reduzindo assim o risco de perder o investimento realizado, como acontece com os negócios independentes.
Os negócios formatados como microfranquias geralmente são para pequenas estruturas, ou quase nenhuma. O franqueado pode utilizar o espaço que tem em casa, sem precisar de um ponto comercial. Em alguns casos ele precisa de um telefone e um computador. Algumas comportam entre um a dois funcionários, ou nenhum.
Muitas vezes o franqueado é o próprio executor da atividade fim. Por exemplo: nas franquias de serviços de reparos e consertos para a casa, o próprio franqueado é quem atende o cliente e vai até a residência dele para executar o serviço contratado.
Portanto, existe uma grande vantagem para o empreendedor que optar por uma microfranquia – é a redução do risco ao colocar em prática sua vontade de ter um negócio próprio.
A recomendação importante para o empreendedor que pretende investir em uma microfranquia é fazer uma avaliação prévia do negócio, e ponderar se ele tem condições de ficar diretamente na operação ou na execução do trabalho.
O possível franqueado deve ainda se informar sobre quanto terá de apoio para se sustentar no mercado. Ele deve verificar se a franqueadora dará o suporte necessário na prospecção e manutenção dos clientes, na gestão do negócio e nas demais atividades que serão realizadas pela unidade sob seu comando.
Microfranquia não significa microtrabalho por parte do franqueado e nem microsuporte por parte da franqueadora. Portanto, mãos à obra e sucesso!
Crédito: Lyana Bittencourt (http://exame.abril.com.br/pme/noticias/vale-a-pena-entrar-numa-microfranquia)
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sábado, 15 de agosto de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
5 dicas para um planejamento eficiente
Para ter lucro e crescimento, o primeiro passo é fazer um planejamento eficiente. Eduardo Shakir, sócio e fundador da Nexto, gestora de investimentos focada em patrimônio empresarial, apresenta cinco passos para ajudar o gestor a definir o seu plano e começar o ano de forma positiva.
Os cinco passos citados por ele são:
1 – Revisite o passado
“Você fundou essa empresa por uma razão e tinha crenças ou convicções no que estava fazendo. Não importa se você chama isso de Missão, Visão e Valores ou se denomina como cultura organizacional, DNA empresarial ou Filosofia Empresarial. Antes de começar a planejar 2015, é fundamental revisitar as razões da existência da sua empresa e, se necessário, adaptá-las às novas realidades. Todos os membros da organização têm de olhar e remar para o mesmo lado. E, neste aspecto, dividir a cultura é fundamental para qualquer planejamento”, afirma Carone.
2 – Dê um pulo no futuro
Pegue um papel em branco, uma caneta e comece desenhar como será sua empresa daqui a cinco anos. Quais produtos e serviços teremos? Em quais regiões estaremos atuando? Quantos empregos e renda vamos gerar? Quanto devemos faturar e quanto lucro conseguiremos produzir para os nossos acionistas? “É essencial ter uma visão de médio e longo prazo para saber onde se quer chegar”, destaca.
3 – Transforme o sonho em metas ano a ano
Considerando o cenário de 2014 e os objetivos para 2019, é hora de preencher as lacunas, ou seja, o que precisa acontecer nos próximos cinco anos para se atingir as metas traçadas. Calcule o crescimento médio necessário para chegar à taxa de crescimento desejada para 2019 (exemplo: 30% ao ano). “Incline um pouco a curva no começo e suavize um pouco no final. Neste caso, você começaria crescendo 40% ao ano e terminaria na faixa de 20% ao ano. Quanto maior o seu tamanho, mais difícil fica crescer percentualmente”, ressalta Carone.
4 – Chegue mais perto, e mais perto
Do plano inicial de cinco anos, é importante detalhar um pouco. Considere os próximos três anos e, especificamente em relação a 2015, faça essa abertura de forma mensal. Tenha metas financeiras e operacionais; compartilhe ela com todos os colaboradores da empresa e pense em uma boa forma de gratificá-los caso essas metas sejam cumpridas. “É fundamental você saber na ponta da língua quanto dinheiro vai precisar para colocar esse plano de pé. Lembre-se que lucro contábil não é caixa; via de regra, quanto mais se cresce, mais dinheiro se precisa. O capital de giro e os investimentos em ativo fixo costumam ser as contas que mais drenam caixa”, lembra Carone.
5 – Acompanhe, no mínimo mensalmente, o seu planejamento
Segundo Carone, uma projeção sem acompanhamento e cobrança é completamente inútil. Trata-se apenas de papel engavetado. Assim, é preciso fazer reuniões mensais de resultados com todos os colaboradores juntos, cobrar quem não está entregando, elogiar quem está. “Metas não batidas não precisam vir acompanhadas de explicações, mas precisam vir acompanhadas de planos de mudança. A definição de insanidade é fazer a mesma coisa, do mesmo jeito, e esperar um resultado diferente”, ressalta.
Segundo ele, ao final do ano, quando for preparar o planejamento de 2016, retome o plano inicial que você fez e veja se está chegando lá. “Sonhe bem grande, assim se você chegar na metade do caminho já será um empresário de grande sucesso”, afirma.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-dicas-para-um-planejamento-eficiente-em-2015/96387/
Os cinco passos citados por ele são:
1 – Revisite o passado
“Você fundou essa empresa por uma razão e tinha crenças ou convicções no que estava fazendo. Não importa se você chama isso de Missão, Visão e Valores ou se denomina como cultura organizacional, DNA empresarial ou Filosofia Empresarial. Antes de começar a planejar 2015, é fundamental revisitar as razões da existência da sua empresa e, se necessário, adaptá-las às novas realidades. Todos os membros da organização têm de olhar e remar para o mesmo lado. E, neste aspecto, dividir a cultura é fundamental para qualquer planejamento”, afirma Carone.
2 – Dê um pulo no futuro
Pegue um papel em branco, uma caneta e comece desenhar como será sua empresa daqui a cinco anos. Quais produtos e serviços teremos? Em quais regiões estaremos atuando? Quantos empregos e renda vamos gerar? Quanto devemos faturar e quanto lucro conseguiremos produzir para os nossos acionistas? “É essencial ter uma visão de médio e longo prazo para saber onde se quer chegar”, destaca.
3 – Transforme o sonho em metas ano a ano
Considerando o cenário de 2014 e os objetivos para 2019, é hora de preencher as lacunas, ou seja, o que precisa acontecer nos próximos cinco anos para se atingir as metas traçadas. Calcule o crescimento médio necessário para chegar à taxa de crescimento desejada para 2019 (exemplo: 30% ao ano). “Incline um pouco a curva no começo e suavize um pouco no final. Neste caso, você começaria crescendo 40% ao ano e terminaria na faixa de 20% ao ano. Quanto maior o seu tamanho, mais difícil fica crescer percentualmente”, ressalta Carone.
4 – Chegue mais perto, e mais perto
Do plano inicial de cinco anos, é importante detalhar um pouco. Considere os próximos três anos e, especificamente em relação a 2015, faça essa abertura de forma mensal. Tenha metas financeiras e operacionais; compartilhe ela com todos os colaboradores da empresa e pense em uma boa forma de gratificá-los caso essas metas sejam cumpridas. “É fundamental você saber na ponta da língua quanto dinheiro vai precisar para colocar esse plano de pé. Lembre-se que lucro contábil não é caixa; via de regra, quanto mais se cresce, mais dinheiro se precisa. O capital de giro e os investimentos em ativo fixo costumam ser as contas que mais drenam caixa”, lembra Carone.
5 – Acompanhe, no mínimo mensalmente, o seu planejamento
Segundo Carone, uma projeção sem acompanhamento e cobrança é completamente inútil. Trata-se apenas de papel engavetado. Assim, é preciso fazer reuniões mensais de resultados com todos os colaboradores juntos, cobrar quem não está entregando, elogiar quem está. “Metas não batidas não precisam vir acompanhadas de explicações, mas precisam vir acompanhadas de planos de mudança. A definição de insanidade é fazer a mesma coisa, do mesmo jeito, e esperar um resultado diferente”, ressalta.
Segundo ele, ao final do ano, quando for preparar o planejamento de 2016, retome o plano inicial que você fez e veja se está chegando lá. “Sonhe bem grande, assim se você chegar na metade do caminho já será um empresário de grande sucesso”, afirma.
Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-dicas-para-um-planejamento-eficiente-em-2015/96387/
domingo, 24 de maio de 2015
Como receber uma consultoria
Uma empresa sempre necessitará de consultores, pois eles são
agentes que trazem conhecimento sobre matérias específicas. Esse conhecimento
deve ser utilizado para resolver problemas, ou seja, atingir metas. Observe: o objetivo é atingir uma meta, e não receber o
consultor. Sendo assim o modelo para
receber um consultor é o PDCA, como mostra o fluxograma abaixo:
Fonte:
Gerenciamento da rotina do trabalho do dia a dia / Vicente Falconi Campos. –.
9.ed. – Nova Lima: FALCONI, 2013
Ao seguir esse modelo, que serve para qualquer tipo de
consultoria, será possível saber perfeitamente se o consultor está ajudando ou não.
De nada adianta ludibriar o consultor. Ninguém ganha com isso. Talvez só ego do administrador.
Lembre-se, o consultor está ali para ajudar a montar e
aperfeiçoar o plano de ação, de tal forma que a empresa consiga atingir as metas. Cada visita do consultor deve ser encarada como um giro do PDCA.
Não se esqueça: o
objetivo é atingir a META!
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